Fibromialgia, a dor que não se vê!

A fibromialgia é uma doença silenciosa e de difícil diagnóstico. Mais frequente entre o sexo feminino onde a cada 10 pacientes com fibromialgia, sete a nove são mulheres. A idade de aparecimento da fibromialgia é geralmente entre os 30 e 60 anos. Porém, existem casos em pessoas mais velhas e também em crianças e adolescentes.


O distúrbio se caracteriza por sensibilidade e dores persistentes no corpo todo, rigidez corporal, fadiga, distúrbios do sono e, por consequência, comprometimento das atividades diárias. As causas da fibromialgia ainda são desconhecidas, mas existem vários fatores que estão frequentemente associados a esta síndrome; como genética; doenças autoimunes e Trauma físico ou emocional. O diagnóstico desta síndrome pode ser feito clinicamente (por meio da história dos sintomas e do exame físico). Não existem testes laboratoriais que possam realizar o diagnóstico, mas o médico pode solicitar exames para que outras doenças, com sintomas e características parecidos, sejam descartadas. O tratamento para dor pode ser feito com o uso de analgésicos e anti-inflamatórios associados a antidepressivos, atividade física regular que pode ajudar contra as dores da fibromialgia; acompanhamento psicológico e emocional assim como acupuntura e massoterapia. Segundo o Ministério da Saúde, a dor crônica leva à depressão e, como em um círculo vicioso, a depressão leva à mais dores crônicas. Desta forma acompanhamento psicológico mostra se fundamental nesta doença, pois irá auxiliar o paciente a encontrar estratégias de enfrentamento dos sintomas e das consequências sociais e emocionais que ela possa vir acarretar. Psicóloga Mel Valentim.

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